sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Reconstruir a Aliança - Parte II

2ª. Parte:      

Ela pode pulsar agora no nosso interior, como memória de que nós somos uma aliança com o Divino. Nós transportamos uma aliança com o Divino. Nós somos o resultado de uma aliança com o Divino. As nossas consciências externas, o nosso “eu consciência”, só é possível, porque existe essa aliança com o Divino, nos nossos níveis profundos.
Por que, que a nossa capacidade de amar; por que, que o nosso amor, normalmente falha? Por que, que o nosso amor se esgota? Por que, que o nosso amor, a partir de um certo momento, cessa? Por que, que o nosso amor é limitado? Por que, que o nosso amor atinge algumas esferas e não atinge as outras? Por que, que nós somos capazes de amar o muito belo, mas normalmente, deixamos de amar o menos belo? Por que, que o nosso amor é seletivo? Direcionado? Por que, que o nosso amor falha? Por que, que o nosso amor não cumpre em nós a mesma função que o amor cumpre no Cosmos? O motivo principal talvez… o motivo principal está relacionado com o fato de nós amarmos com o amor “espiritual”, com o amor de alguma forma divinizado; com o amor de alguma forma “sacro”. Contudo, nós usamos esse “gérmen” do verdadeiro amor, direcionando para fora primeiro – começamos por direcioná-lo para fora. Então ele esgota-se. Porque a aliança não está completa dentro de nós. 
O nosso amor tornar-se indistinguível, inexaurível, imperecível, indestrutível; quando nós completarmos em nós a nossa aliança com o Pai – primeiro a aliança com o Pai – primeiro, é necessário queimar, nos planos…no etérico, o que nos separam da consciência cósmica. E a chama é o amor ao Pai.
Este fato é o projétil que tu lanças para cima; e, que vai rompendo as membranas etéricas, até a consciência cósmica. Essa é a lança que tu podes lançar, bem para o centro da tua “estrela interna”. – Primeiro o amor ao Pai, depois nós veremos o que acontece… É certo que se tu determinaste a tua aliança, ou seja, se tu determinaste dentro de um determinado grau, unido, integrado e não desintegrado. Se tu determinaste, integrado…( tu vais começar a integrar)… Se tu és um ser integrado – Tu integras, se tu integras, tu amas, tu amas tudo a tua volta. Porque, se tu és um ser integrado, tu deixas de distinguir o que está dentro e o que está fora; o que faz parte do próprio Ser e o que é o meio. Tu deixas de ter essa muralha que te mantém individualizado, que te mantém centrado nas tuas preocupações…
Quando tu determinas a tua aliança; quando tu entras em comunhão com o Pai através do amor, tu deixas de ter a muralha. Então, tudo que está a tua volta, tudo que constitui o teu meio, deixa de estar a tua volta, deixa de constituir o teu meio – és tu próprio! Mas, quando tu próprio já estas em combustão por amor a Deus; então, tudo que é amado intensamente – e sobretudo perfeitamente, torna-se inexaurível, incorruptível… Normalmente o nosso amor falha porque nós entramos na síndrome dos pequenos deuses. Nós permitimos que os pequenos deuses se instalem em nós. Nós agimos como pequeno deus. E, nós agimos como um pequeno deus, antes de ter terminado a aliança com Deus – único. Então nós queremos entrar na síndrome da estrela, queremos começar a irradiar a partir de nós mesmos, amando todas as coisas a nossa volta… Esta é uma forma de amor humano sublime, sutilíssimo; mas não é a aliança completa. Não é o amor divino manifestando-se através do homem. Não é o Amor Divino manifestando-se através do Ser.
Terminar a aliança significa completar o circuito energético. E, aquilo que o Pai quer de nós, aquilo que o Pai nos aponta, aquilo que o Pai nos pede – é que o amemos. Aquilo que o Pai nos pede é de total entrega a Ele.
Engano fazer essa entrega, porque vai entrar num elevador cósmico. Porque um elevador cósmico pode te levar ao coração das estrelas. Um elevador cósmico pode te levar ao âmago das grandes entidades. Um elevador cósmico pode te levar ao centro da chama dos Grandes Conselhos. Um elevador cósmico pode te colocar em contato com as civilizações mais sublimes deste universo – civilizações de avatares. O amor cósmico pode te colocar nas correntes de energias supra-alumínicas, que te colocam em contato onisciente com toda uma federação inter-galática. Um elevador cósmico põe-te em… faz-te em Ser veloz, rápido, eficaz, útil…mas não é nada disso! Não é para praticar uma astronáutica espiritualizada, uma astronáutica interna, que nós somos convidados a estar prontos aos portais. O elevador cósmico… que não te entregas para entrar num elevador cósmico…Tu entregas porque estás em amor com o teu Criador, porque estás no amor com o teu Criador. O elevador cósmico é uma conseqüência, o passaporte inter-dimencional – é uma conseqüência. Mas não é o objeto. Não é a tua missão como humanidade. Não é o objeto que tu ganhas, porque o Pai vai te oferecer um “payable” mirabolante; o Pai vai te oferecer toda uma elevação, toda uma transformação, mas será sempre um processo de andar visitando… visitando.
Visitando…as muitas moradas do Pai.
Agora, o núcleo, aquilo que faz com que o Pai te dê isto, mas sobretudo se dê a si mesmo, é quando tu O atrais para ti, com um amor irresistível. Quando tu atrais o Pai para ti, com um amor semelhante ao amor que o Pai tem por ti; ou seja, quando tu devolves ao Pai o amor que Ele te deu; quando tu devolves ao Pai, o amor que Ele depositou em ti.
Repare!… Tu és um Ser. Tu és um Ser incrível. Tu és um Ser maravilhoso. Tu tens um coração que te permite amar. Essa jóia central, essa vida unificante – ela deve ser devolvida ao Pai… às vezes… O Pai coloca esse diamante no teu centro… não coloca essa capacidade para amar…(nem tudo no universo tem capacidade para amar, nem todas as criaturas têm capacidade para amar). Então, o Pai coloca-te essa dádiva e o que Ele quer é que tu devolvas essa dádiva; ou seja, que tu devolvas o amor que Ele te deu, que tu entregues o amor que Ele te deu.
É necessário nos anos noventa, em que, correntes do caos, vão começar a impactar as auras grupais e individuais; é necessário desenvolver um dínamo de amor, o mais potente possível, pelo Pai. É necessário restabelecer a ALIANÇA. É vital para a sobrevivência da consciência; é vital para a saúde da consciência que o Ser desenvolva, o mais potente amor pelo Pai. Que o Ser se coloque nesse ponto. Que ele perceba que não é o serviço que interessa. Que não é a estruturação de uma operação planetária que interessa. Que não é nenhum desses aspectos nesse momento, que estão a ser benelizados nesse momento pelo conselho ALPHA-ÔMEGA. Não é nenhum desses aspectos que interessa. Isto é tarefa. Isto é serviço. Isto é missão do “Conselho”. Mas vocês são criaturas cósmicas. Vocês são sementes de estrela. Vocês têm por caminho, o mapa, a síntese de todas as coisas – AMAR O PAI – a síntese de todas as coisas… Só daí, só do amor ao Pai, poderá vir a abundância – só do amor ao Pai. Mas, o rio que pode alimentar hoje, sucumbe… porque essa é a única doença desta humanidade – é o fato dela ainda não ter descoberto a sua verdadeira identidade. È o fato dela ainda não se ter reconciliado consigo mesma – o que aqui vale dizer, é o fato dela ainda não ter entrado em contato com o seu núcleo. É o que aqui vale dizer, que ela ainda não descobriu o amor ao Pai. Esta é a única doença dessa humanidade! Ela ainda não AMA o Pai. E é aí que nasce toda essa “procissão” de misérias, que nós temos desfiladas diante dos nossos olhos, porque, como é que tu vais amar o outro, se tu ainda não te amas a ti mesmo? E, como é que tu te vais amar a ti mesmo, se tu ainda não amas o Pai? O Ser só – realmente – só se terá a si próprio – completamente – quando descobrir qual é o fogo, qual é o centro da sua estrutura e aí ele vai ver o Pai. Porque não há outra coisa… Ou ele ama esse centro, ou ele ama a pedra angular do seu templo, ou ele ama a sua verdadeira identidade – aquilo que ele é – ou ele ama o Pai, ou ele está condenado a errar = uma doença espiritual, psicológica, emocional e física.

É NECESSÁRIO RECONSTITUIR A ALIANÇA – É NECESSÁRIO RESTAURAR A ALIANÇA.
A aliança foi muito danificada; ela tem muitos inimigos. Mas ela é vida, ela é o caminho, ela é a verdade. E, se nesse momento o trabalho hoje, é o de cada um restaurar em si a aliança; é o de cada um dirigir um dardo de amor ao coração do Pai; é o de cada um se unir com o Pai.

Não é um amor espiritual, o amor que nos une ao Pai, o amor que nós podemos gerar, em nós, em direção ao Pai. Não é um amor espiritual, não tem nada a haver com o amor com que normalmente concebemos. Todas as formas de amor que nós concebemos são frutos de uma árvore. O amor ao Pai é a raiz dessa árvore – é a seiva!… Esse é o nosso caminho!

Reconstruir a Aliança - Parte I

Por André Louro de Almeida

1ª. Parte:

  A “sacralidade”, não que isso seja um objetivo no princípio – a “sacralidade” – mas porque sacralidade é elevação. É o único meio de chegarmos à “união”. De fato, a sacralidade – o santo – o sagrado, é algo que só tem sentido para a oposição ao profano, para a oposição do mundo, para a oposição à ascendência que o Ser faz à vida externa. Mas, a sacralidade em si, ela não é o motivo que nos move, ela não é exatamente a nossa casa. Ela é uma estalagem ao longo do caminho. E, existem estalagens que, por conter de tal forma concentrados alguns aspectos essenciais da meta, podem parecer a meta…E, a sacralidade, o estado de santidade é um desses…é uma dessas estalagens…
A medida que o Ser se vai despindo das suas identificações externas; e, a medida que ele vai direcionando corretamente a sua identidade para o Divino, essa prioridade vai se instalando – “Vida Santa” vai se instalando. E, a prova é que consiste justamente em não conter o erro à estalagem. É não conter o erro de ficar ali na vida santa; mas, perceber que a vida santa, é um meio de transporte para a união. De fato, com todo nosso conhecimento, com toda nossa boa vontade, com toda a nossa capacidade de serviço – caso ela tenha sido instalada – com toda nossa experiência, com todo esse salto ou “afair” espiritual, que nós adquirimos nos últimos 100 anos, (eu digo 100 anos porque esse é um trabalho que tem sido feito por milênios, mas nos últimos 100 anos a coisa tornou-se consciente) – com todo este…com todo este aparato, a única qualidade que nos colocará à frente a união; e, que é a qualidade que substancia a união, que transfigura um Ser desintegrado num Ser integrado  – a única qualidade é o AMOR. Não existe nenhuma outra qualidade que traspasse o homem, que atravesse o homem, que vá produzir a síntese final. O amor é a gota. É a faísca Divina, que nos transforma no próprio Pai – a partir do qual, nada mais há de se acrescentar, nada mais há a dizer.. É, justamente por isso, que o amor é a maior Lei. Ela é a maior do universo. Todo o universo foi fundado, todo o universo foi erguido, todo o universo foi estruturado em função dessa lei; em função de exprimir esse objetivo. Porque o amor, realmente ele é o “ômega” de todo o processo, ele é o final de todo o processo. De todas as qualidades que traspassam o homem, de todas as qualidades que o Ser…isto não diz respeito ao homem… isto diz respeito ao homem, diz respeito às mônadas, diz respeito ao Avatar, diz respeito aos mentores siderais, às consciências “quadrantes”, diz respeito aos seres galácticos… A única qualidade que o Pai nos pede, a única coisa em relação a qual, o Pai nos pede, a única coisa que o Pai está interessado em nós, é a capacidade de O amarmos. Porque, antes que este amor seja vertido para o meio ambiente, antes que este amor seja vertido para os outros, ele primeiro deve ser o “amar-se a si mesmo”, porque a lei diz: -“Amai-vos uns aos outros como a vós mesmos”. Enquanto eu não me amar a mim mesmo, eu não vou poder amar os outros. O fundamento da lei, não é “amai os outros”- o fundamento da lei é: “Amai- vos a vós mesmos” ; depois, amai os outros com essa medida, com essa qualidade, com essa convenção. Mas, como é que esse Ser, como é que um ser separado se pode amar a si mesmo? É impossível! Ele pode criar uma série de ficções, ele pode criar uma série de lendas a cerca de si próprio; mas, “amar” no sentido da compreensão da raiz cósmica – ele vai ter que transfigurar esse movimento de união, não de si para si, no sentido do ego separado, mas de si para a transcendência, de si para o Pai. É aqui que surge o amor. E esse é o único amor que nos deve mover. É é o único amor que o Pai quer ver em nós. Não tem outro amor.
A única coisa que o Pai nos pede, é que O amemos. Essencialmente, o que o Pai pretende do Ser criado, é que ele manifeste o amor ao Criador; é que ele manifeste esse vórtice, essa vontade, essa aspiração para a união e essa anti-visão no seu próprio núcleo – no âmago do Ser criado – essa anti-visão do que é a união com o Pai. O Pai não pretende que nós O possamos compreender. O Pai não está interessado em nossa apreciação Cosmo-cógnica; na nossa apreciação da gênese do universo; na nossa apreciação da arquitetura cósmica. O Pai não está interessado na nossa qualidade como “ocultistas”, como “cirurgiões do processo cósmico”. O Pai não está interessado na nossa capacidade de interagir, de compreender o universo. O Pai não está interessado na nossa capacidade de organizar a vida, de organizar a nossa relação com o meio. O Pai não está interessado se quer no nosso serviço. Ele não está minimamente interessado no nosso serviço, porque o serviço é uma coisa que é útil ao plano; mas, nós aqui não estamos a falar do plano – estamos a falar do Pai.
Todas essas qualidades – entra a ação, a luz oculta, a capacidade de distinguir os fenômenos ocultos, a vontade para servir ao plano, a capacidade de servir ao plano; – todas essas qualidades, são qualidades que dizem respeito ao percurso do Ser; dizem respeito ao movimento do Ser em direção à Divindade, e, dizem respeito ao serviço que o Ser faz ao longo do seu percurso. Mas o objetivo não é servir, o objetivo do Ser criado e aquilo que o Pai pretende que o Ser criado emane, não é um serviço, não é a consciência de serviço, nunca foi…
A consciência de serviço é uma distração ao longo desses teus processos. É uma utilidade ao longo desses processos… se quiserem é um “pragmatismo” – é uma forma direta de compreender a vontade de Deus e de colaborar com Ele. – Tudo isso é útil ao longo do processo, no processo, pelo processo. Agora, a única qualidade, o único estado de Ser, que não tem haver com o processo, mas que é a própria essência da divindade manifestando-se em nós, é o AMOR – essa é a única qualidade que o Pai pretende ver desenvolvida em nós, que o Pai pretende ver instalada em nós. Mas, é o amor a Ele – é a capacidade de amarmos a Ele. E é aqui que surgem as situações: – “No meio de tudo isso, no meio de toda esta caminhada, nós estamos amando o Pai; nós estamos com o amor, reduzindo a zero, a distância que nos separa Dele. Porque o amor reduz a zero a distância que nos separa do Pai. O amor é o momento final; é o momento mais alto. É o momento de coroação; de todo e qualquer processo cósmico”.
Quando uma entidade “meta-galática”, ou seja quando uma entidade que supervisiona as galáxias termina a sustentação de um avatara, termina um…
Quando as suas mãos – digamos – deixam de sustentar todo um quadrante cósmico que compreende várias galáxias; e, a essência daquele “quadrante cósmico” é sintetizado no centro cardíaco dessa entidade meta-galática, esta entidade está por um fio distanciado do Pai. Do nosso ponto de vista não há distância nenhuma; mas, do ponto de vista dessa grande entidade, ela tem o seu percurso por percorrer. Ela recolhe no seu lençol de inteligência logoica, ela recolhe todas aquelas estrelas, todos aqueles mundos, quando eles estão prontos para serem novamente absorvidos no seu alento. E, quando ela fez essa absorção, quando aquilo que os hindus chamam “NOITE DE BRAHMA” está completa, esta Entidade meta-galática eleva-se.
Não é a inteligência logóica que produz elevação; não é a unipresença, a unisciência dessa Entidade que produz a elevação. Esta entidade funde-se no Pai, exatamente como uma colher de água quando é derramada no oceano. Esta entidade funde-se no Pai, pelo puro amor… pelo puro amor. A essência desse amor que dirige um diretor galático para cima, não é diferente do nosso simples e cotidiano amor a Deus. Existem diferentes potências: – é diferente em grau, em potência… é diferente no ângulo de incidência, é diferente na forma que esse amor, ao mesmo tempo que se dirige para o Pai, ele vivifica um universo de essências – que são as essências que compõem um diretor galático, uma entidade meta-galática. Existem essas diferenças em potência. Mas, a essência, hah…a essência, meus irmãos, é rigorosamente o nosso amor cotidiano ao Pai. É bom que fique presente, é importante que fique presente; que, quando nós olhamos aquela planta, que nos atrai…e, quando nós somos convidados pelo Ser Interno a fazer aquela mudança de consciência e ver que de fato nós não estamos à procura da planta; aquilo que nos atrai, não é a planta, mas a forma com que o Pai fala através da planta. A forma como aquela planta é uma palavra no discurso do Pai; é uma palavra no imenso discurso do Pai, no discurso cósmico… Quando nós percebemos o que estamos ali a fazer, quando olhamos para aquela planta ou para aquela flor; quando há acima da gratidão pela beleza da flor, acima da elegância mental, da elegância intelectual; quando percebemos que aquela flor é um ser lógico, é um ser inteligente, é um ser que manifesta uma organização…e, acima da elegância interna mais abstrata…que nós percebemos que aquela planta manifesta simetria, manifesta um equilíbrio de cores, manifesta uma verdade, mesmo no plano formal, no plano físico ela manifesta uma verdade… acima disso tudo, está o Amor; está a capacidade de nós nos unirmos àquele Ser…Mas depois nós percebemos porque há aquele “clic” na consciência. Nós percebemos que não é aquele ser, é através daquele ser ao Pai. Esse amor que nos parece uma coisa entre os mundos intermédios, parece-nos uma coisa assim, cotidiana; esse amor em essência, é o mesmo amor que anima uma Entidade meta-galática e que faz com que esse imenso rosto – que é uma entidade desse tipo – faz com que esse imenso rosto, essa imensa face do Pai, se recolha no seio do Pai…É sempre o AMOR. É aí que fica no ar a pergunta: – “Nós estamos amando o Pai?” – “Nós estamos realmente comprometidos com essa união?” – “Nós estamos realmente caminhando por essa união? Pelo motivo dessa união?”… O Pai não está interessado minimamente no nosso serviço. Ele não está interessado que o Ser transceda o ego. Ele não está interessado que o Ser elabore uma arquitetura do processo cósmico. O Pai simplesmente procura que o filho, que a criatura, O ame! Nada é quando nós dizemos “procura”… o Pai – a síntese cósmica –  não tem características psicológicas.  Ele é vazio de qualidades, Ele é vazio de características. Contudo aquela característica em nós, aquela qualidade em nós, que mais rapidamente, mais diretamente, nos coloca no âmago do Pai, e, que não diz respeito ao processo cósmico, portanto, não diz respeito aos obstáculos, não diz respeito aos planos, não diz respeito à interação com a matéria, com as substâncias… a única qualidade é AMA-LO. Ao mesmo tempo que o Pai te atrai para Ele, tu podes atrair o Pai para ti através do AMOR.
Quando teu amor por Deus se torna irresistível, quando ele se torna um “SOL” dentro de ti, quando ele se torna a tua verdade fundamental, quando o  amor por Deus se torna a pedra angular de todo o teu processo, nesse momento, és um Ser poderoso! E uma das coisas que tu estás a fazer é atrair o Pai para ti. Não atrair o Pai para ti por um processo de sedução espiritual, não atrair o Pai para ti por um processo de ampliação de estímulos dos teus poderes ocultos, não atrair o Pai para ti porque tu pretendes criar qualquer coisa – isso são outras energias… Quando tu te transfiguras em amor pelo Pai, quando tu percebes que, em essência, tu és apenas uma unidade de amor pelo Pai; tu és um envelope de transporte dessa qualidade…quando tu percebes que é só isso; só isso, nesse momento estás irresistivelmente a atrair o Pai para ti. E Ele responde a esse chamado. Esse, é o único chamado ao qual o Pai não pode resistir. É o chamado do amor por Ele. A esse Ele não resiste!…Mas é o amor por Ele. Não é o amor à nenhuma outra coisa Nele. Não é o amor à nenhuma característica da criação. Não é o amor a nenhum supra-plano. Não é o amor à nenhuma mega-entidade; é o amor por Ele. É o amor a Ele diretamente.

O teu raio de amor, que é protegido pelo raio da verdade, pelo raio da vontade…o teu raio de amor, deve ser dirigido ao núcleo da “Estrela Divina”; deve ser dirigido ao âmago do “oceano”. Tu deves lançar o teu amor como quem lança uma sonda, dentro desse oceano infinito. Pode estar certo, que por mais amor que tu envies, por mais amor que tu estejas exprimindo como mônada, por mais amor que o teu Ser esteja processando como combustão; isto é uma ínfima sonda, é um ínfimo submarino que vai fazer uma tênue viagem no oceano cósmico. É um pequenino submarino de vida, que tu permitiste que entrasse ali no oceano cósmico. Mas só o Amor vai produzir a entrada. Só o amor passa pela fronteira. Existe uma alfândega entre o incriado e o criado,  entre o imanifestado e o manifestado, entre o eterno e o atemporal. E essa alfândega… ela é relativamente sensível a todas as qualidades que um Ser possa manifestar. Mas ela é hiper sensível ao Amor. Ela reage, é uma membrana vibrátil – e ela reage imediatamente na presença do amor – e atrai. Porque, aquilo que é do amor, é do Pai, aquilo que vem do amor, vem do Pai e vai para o Pai. Aquilo que é amor pertence ao Pai e o Pai vai buscar, mais cedo ou mais tarde. Mais cedo ou mais tarde, o Pai envia um dardo que recolhe aquela unidade de amor…
Quando alguém tenta manifestar o 2º Raio na horizontal, quando alguém tenta e procura manifestar qualquer energia de Raio, ele precisa ter muito cuidado, porque, provavelmente é o mental superior que está a lidar com a energia; e então está a haver uma distorção. Se há alguma coisa que não pode ser evitada, se há alguma coisa que não pode ser ensinada, são as energias de Raio.
A forma mais eficaz de perceber se, verdadeiramente uma energia de Raio está agindo, é através da eficácia da ação. Se estás sentindo, não importa como, que manifesta, naquele momento, uma energia de Raio, mas a ação não é eficaz, não estás a manifestar uma energia de Raio; estás a manifestar um reflexo de uma energia de Raio, num dos teus veículos; mas não estás diretamente a manifestar a energia de Raio. Quando a energia de Raio se manifesta, ela é extremamente eficaz – qualquer Raio – porque se não fosse eficaz não há energia – se é energia, é eficaz.
A compreensão do 2º Raio, a compreensão da qualidade que o 2º  Raio trás, não é a de amarmos a criação, não é a que nos amamos uns aos outros, não é a de amar a elegância da criação, a qualidade da criação. Isso irá produzir “sub-aspecto” do 2º Raio. O 2º Raio no homem, é o amor ao Pai. No homem, o 2º Raio é esta irresistível cumplicidade, entre o Ser e o Pai. É esta indestrutível união.

Existe uma outra palavra para “amor”, que é a palavra ALIANÇA. Ela foi usada no velho testamento e no novo testamento. Existe a antiga aliança e a nova aliança. Tanto no velho como no novo testamento – ALIANÇA – nesse caso, é o amor do Pai dirigido ao homem. É o amor do Pai, dirigido ao Ser que se eleva.

Atlântida, Lemúria e Mu - continentes perdidos




A história dos Povos Antigos e dos Continentes Perdidos sempre aguçou a curiosidade de muitas pessoas. Se houveram civilizações mais evoluídas, houveram raças que povoaram e promoveram essa evolução. Portanto, se os continentes com suas construções sumiram, para onde foram seus habitantes? É isso que muitos filósofos tentam explicar sobre a relação da proto-história com a evolução planetária e das "Raças Raízes" que habitaram o local. 


Existe muita discordância entre os estudiosos sobre os Reinos de Lemúria, Atlântida e Mu. Alguns discordam com referência a datas, outros com relação a localização e outros, ainda, em questão de quantidade: se eles eram 3 ou apenas 2 continentes. Ou seja, Mu seria a própria Lemúria, para alguns. Há também o fato de que alguns acreditam na hipótese deles serem apenas uma ilha que afundou e não, necessariamente, um continente.


Platão havia esboçado um mapa com a localização de Atlântida e Lemúria e depois, surgiram outros estudiosos que também representaram a localização e a história dessas continentes. Muitos filósofos e muitas Sociedades Ocultas realizaram estudos elaborados sobre o assunto. Segundo alguns documentos, o primeiro continente, que gerou a Primeira Raça seria Lemúria e quem trouxe os espíritos que habitaram esse local foi o Arcanjo São Miguel.


Atlântida seria o segundo continente, que abrigou a Segunda Raça Raiz. Mu seria o terceiro continente, com a Terceira Raça Raiz. A geração Adâmica (aquela que se originou de Adão) seria a Quarta Raça Raiz (continente Africano) e nós seríamos descendentes da Quinta Raça (Europa e Ásia).


As crianças Índigos e Cristais que estão nascendo agora, na Era de Peixes, representam a Sexta Raça. E a miscigenação de todas as raças equivalem à Sétima Raça Raiz e representam a evolução total do planeta. Cada raça representa um salto quântico na escala evolutiva, permitindo o surgimento de melhorias por toda parte.
Walt Disney produziu três "longas" em forma de desenho animado, com o título: Atlantis: o Reino Perdido.


Nesse portal há um documento bem completo sobre o assunto: 


E aqui se encontra um documento muito bom para leitura e reflexão:http://pt.scribd.com/doc/50120464/apocalipse-21


Existem sites com material bem explicativo e útil sobre esse assunto. Pesquise com calma, se o assunto lhe interessa:







A capacidade individual de encontrar o Cristo Interno sozinho

Por André Louro de Almeida


Existe um esforço colectivo para a LUZ, uma fronteira que passa da fase experimental da vida para uma fase de maturidade, de compromisso responsável. Essa fronteira marca a transição de um ambiente onde os seres humanos se vão abastecer, regenerar, energizar, numa palavra, curar. Essa fronteira marca a diferença entre os grupos experimentais, embrionários, e os ambientes amadurecidos. Essa fronteira tem a ver com a transição do estado no qual as pessoas se aproximam dos pontos de atração da Hierarquia, levando a sua situação, a sua crise, a sua luz. Não se pode amar ninguém sem se amar, compreender, envolver a sua crise também.

Nós não começamos o aprendizado do amor, da transcendência, de explosões de amor gratuito na mente cósmica superior para a existência. Aparentemente temos uma experiência oposta. Nós começamos esse aprendizado da existência para transcender e para começar a amar. Sempre se começa amando o outro na sua totalidade, naquilo que ele revela de pleno e naquilo que ele manifesta de incompleto. É na incompletude do outro que o nosso verdadeiro amor se revela. No entanto, esse estágio da vida do coração, que é o amor fraterno, marca a vibração dos ímans dos grupos numa primeira fase vibratória.

Quando nós nos dirigimos a um íman da irmandade cósmica, começamos por levar o nosso problema, o nosso processo, e como estes ímans que estão nos planos internos são uma expressão da Lei da Misericórdia, da Lei da Esperança, da Aceitação, da Compaixão, a tradição diz que: “ninguém que bate à porta deixará de ser aceite”. Isto marca uma boa parte da psicologia de grupo no início de um trabalho espiritual. Eu estou em desarmonia, existe um foco de harmonia relativa onde eu me posso dirigir, então eu vou e recebo um ajuste possível nos meus corpos, uma purificação mental, uma purificação do elemental astral. Eu recebo uma drenagem do foco da irritação urbana, uma anestesia em relação às dores aparentemente inamovíveis na minha vida pessoal, e isto tudo está bem mas marca a psicologia de uma fase inicial.

Há um momento em que um trabalho só pode avançar na sua capacidade de conter a vibração das iniciações que a humanidade procura sem saber. Avançar na qualidade de contentor de radiações centrais que vêm do coração e da mente divina e que precisam de canais vivos para chegar aos outros. E há um momento em que um grupo ou um ambiente necessita de passar por uma revolução energética na qual as pessoas começam a ser convidadas a trazer a sua luz, não a sua agitação, o seu problema.

Isto só é possível se a lei da compaixão, que consiste em aceitar o outro e todos os seus aspectos, já tiver sido demonstrada por todos os aspectos do grupo.

Um grupo não pode evoluir para um estado no qual os problemas das pessoas presentes não contem enquanto não passar para um estado em que os problemas das pessoas presentes contem, porque ficaria psicologicamente inválido se um grupo tentasse começar por escalpelizar, por excluir a dualidade, a angústia, a gradação desta meia luz em que a psique evolui com o nosso corpo, mas se a lei da compaixão já foi demonstrada num certo grau, se a entidade portal já demonstrou não excluir ninguém, se ela já demonstrou uma abertura para receber no seu seio qualquer ser em qualquer situação, desde o mais simples ao mais complexo, desde o mais articulado ao mais insipiente inicial, desde o ser que está aparentemente em harmonia até ao mais desarmonizado, se a entidade portal, perante instâncias mais altas, já demonstrou que a lei da compaixão foi cumprida, o grupo é chamado a reorganizar-se internamente a partir de um novo ângulo do coração.

Trata-se de nós trazermos para o íman a nossa luz. Trata-se de crescer ao ponto de chegar a uma supra personalidade no qual a nossa história pessoal ou o nosso passado não conta, no qual, de fato, nada do que foi do caminho terrestre conta. Isso não é um estágio fácil de manter. Significa que o indivíduo vem contactar ou estar em íman trazendo o seu ser pleno de luz e pela luz que ele é, e que ele traz, dá-se uma multiplicação da luz grupal.
Esta parece ser a diferença entre os grupos de ovelhas (em que as pessoas trazem as suas crises e utilizam a experiência do divino como uma compensação) e os grupos de pastores.

Este grupo, curiosamente, não é nem uma coisa nem outra. Ele não é suficientemente fraterno para ser um grupo de ovelhas e não é suficientemente social para permitir a análise, a sensação de bem estar psicológico que os grupos fraternos invariavelmente geram e, ao mesmo tempo, ainda não é um grupo no qual a luz real do teu ser é o verdadeiro contributo que é trazido aqui.

Isto é, é uma experiência híbrida.

Não é um grupo em que a comunicação flua, ou que seja simples gerar novas amizades baseadas no espírito, ou haja enriquecimento pessoal no contacto com o grupo, e ao mesmo tempo isso é uma qualidade porque significa que este grupo já foi criado num ponto ligeiramente acima da necessidade de criar laços fortes entre as pessoas. Os laços estão sendo criados do nível causal para cima. Este grupo tem de ganhar uma velocidade de escape específica para a qual ele não pode ser uma experiência apenas de fraternidade.

Eles definem como um “grupo de pastores” um grupo no qual cada ser entra segurando uma chama, a sua chama, e pertence aos grandes corações livres (hierarcas), combinar as chamas de cada um de nós de uma forma misteriosa e invisível. Produzir uma tapeçaria de luz com as chamas de cada um de nós cujo desenho necessariamente se expande.

Há seres aqui que estão criando laços internos que vão durar milênios, outros que estão desfazendo laços que duraram milênios. Há seres aqui presentes que estão fazendo triângulos, hexágonos, seres que estão tendo o seu fogo interno ligado por fios em triângulo com outros grupos. Estão sendo feitos desenhos inter monádicos que pertencem à nossa vida como humanidade profunda.

Esta capacidade de entrar num trabalho trazendo a sua luz, não significa que tanto os psicólogos nos planos internos como os aqui em baixo, nós todos, não possamos ver com o olho esquerdo a situação do outro, a dor do outro, o processo dele, mas a fase em que estamos a entrar é uma fase do olho direito.

Como é que se gera esta luz?

Desistam de olhar para o lado, para trás ou para a frente. Ninguém vai fazer o trabalho por ti. Não há influência direta suficiente para tu sofreres uma aceleração desse tipo. A viragem da página faz-se quando tu compreenderes que tu vais fazer o trabalho por ti. Qualquer tentativa de acelerar os outros é uma projeção da tua própria inércia. Eu tenho que parar e olhar para o meu trabalho que é de uma natureza auto perfurante e isto é intransmissível.
A fase em que estamos a entrar pode dar origem a uma plataforma de serviço, mas, antes disso, há um trabalho que é intransmissível. É o indivíduo parar de falar, de pensar, de ter opinião e olhar para si e perfurar as cataratas internas até sentir essa força dentro dele. Trata-se de procurar o Cristo interno definitivamente.

Chegamos finalmente à condição em que um indivíduo percebe que um peregrino é um ser que caminha sozinho sem esperar pelos outros.

Não há nada que te impeça de iniciar e desenvolver a descoberta do ser, a busca interior. Esse olhar profundo para dentro de nós gera vibração. O que é que te impede de viver esse mergulho? NADA! Este ato fundamental não pode ser transferido para ninguém. É isso a que se chama “Era de Aquário”: ausência de figuras carismáticas, de clero, de hierarquias explícitas, de gurus num grau específico, de forma a que um indivíduo aquariano possa, em plena liberdade, fazer essa endoscopia, entrar dentro de si.

Nós estamos num tempo em que só aqueles que superarem o emocional, o mental e o mental superior vão puder estar de pé, porque as pessoas focadas nos outros planos vão precisar de ajuda.

A pergunta dos Irmãos é: “O que é que tens feito com as tuas horas mais sagradas? O que é que tens feito com os momentos de ouro, com os vácuos que Nós criamos no tecido da tua existência para entrar uma energia superior?” “Eu estava lá na altura em que a energia me procurou?”
Então o trabalho atual implica, antes de mais nada, entrar em si até ao âmago: na caixa craniana; no tórax; no coração; na pineal. Entrar, entrar, entrar e quando encontrares uma barreira fica ali até que ela se abre, penetrando no silêncio.

A realização do Cristo é um assunto individual. A travessia para os mundos intraterrenos é grupal. Mas primeiro é necessário compreender que vocês não vêm aqui para realizar o Cristo, é a realização do Cristo em vocês que vos permite vir aqui. Este “aqui” é a coisa aglutinadora, o íman que chama os seres para a elevação da força planetária.

Nós temos 5 corpos secretos: um “corpo electromagnético”, que é secreto na medida em que a ciência apenas começou a perceber que há uma atividade electromagnética por detrás do ciclo celular e da mitose e da base da realização da vida das células – a forma mais conhecida é os fotões e a cor; um “corpo epicinético” feito de cor, luz e movimento. Vibra em ressonância com a alma e que está impregnado na massa muscular e nos tecidos; temos um “duplo intemporal” que tem a ver com o corpo causal. É nesse corpo que nós fazemos os desdobramentos para civilizações e espaços-tempo paralelos; depois temos o “corpo gemátrico” que contém a matemática divina da ascensão; e o “corpo Zohar” ou corpo de explendor que é a luz intensa que é representada em torno da cabeça dos budas, dos bothysatwas e dos santos da tradição ocidental.

Para além do psico-etérico, do emocional e do mental temos mais estes 5 corpos.
Temos uma plataforma electromagnética que é usada para construir a associação celular. Temos um corpo que vibra em função do som e da cor. Esse é o corpo secreto que gera as emoções estéticas que podem convergir para uma autêntica experiência do divino. Os grandes artistas têm o corpo epicinético incrivelmente desenvolvido. O corpo epicinético é o corpo que se move quando ouvimos Carmina Burana. Ele espalha a onda de sentimento até à ponta dos dedos. É porque existe um corpo epicinético que nós podemos esperar um dia ter sentimentos profundos com as mãos ou os pés. É óbvio que é através do corpo epicinético que nós poderemos vir a descobrir o que é o erotismo da Nova Terra.

Acima do corpo epicinético temos o duplo intemporal que é a acção dinâmica do corpo causal. Com ele nós podemos viajar para qualquer sítio do mundo – desdobramento superior.
Na viajem astral sai-se do corpo com o corpo astral em semi transe. Desliga a medula oblongata, há um abaixamento do metabolismo. A viajem astral é uma hipotermia espiritual. Na hipotermia o metabolismo do corpo é sujeito a uma temperatura tão baixa que o sangue concentra-se no coração e no cérebro. Na viajem astral tu sais realmente do corpo físico. Implica uma paralisia do sistema nervoso e do cérebro. No desdobramento superior tu sais na mesma, só que, ao mesmo tempo, podes estar com os olhos abertos falando com outra pessoa e ser levado em corpo causal a bordo de uma nave.

Pessoas que possam viver semanas ou longas horas dentro de um centro espiritual real, poderão ter experiências de desdobramento fortíssimas. Sentem que estão ali e ao mesmo tempo noutro envolvimento, noutro plano.

Acima do duplo intemporal, num nível ainda mais profundo, está o corpo gemátrico que contém o conhecimento secreto da imortalidade.

Depois do corpo gemátrico existe o corpo Zohar que é o corpo do explendor – Homem dourado.
A cada um destes corpos corresponde uma imagem sagrada.

A única forma de fazer vibrar estes corpos profundos é por uma concentração amorosa, secreta, massiva no centro do ser, no Cristo. É fazer isto 5 segundo e largo, daí a uma hora, 5 segundo e largo, até que isto vai-se tornando uma segunda natureza.

Não há cura, não há nada fora do Cristo. Há para a humanidade como um todo, mas isso é a lei da misericórdia. Vocês perderam contato com a lei da misericórdia e estão entrando em contacto com as leis iniciáticas superiores.

Na lei da misericórdia o Cristo vem ao teu encontro mas na lei iniciática ele pára e espera que tu vás ao encontro dele. E quem diz o Cristo diz a rosa mística da Mãe divina.

Vocês, mulheres, são encarnações do princípio cósmico feminino. É preciso consciencializarem-se que são hologramas da Mãe divina e essa é a única forma de descongestionarem a sua existência.

...nesse momento o poder entrópico do Universo pára, deixas de morrer. É cá dentro que a imortalidade é gerada. É cá dentro que a entropia é suspensa. É cá dentro que se gera a 4ª lei da termodinâmica. A termodinâmica são três leis e é preciso criar uma quarta que negue a tendência do Universo para se desagregar, e é cá dentro que se cria essa 4ª lei. Há uma luz da luz que suspende a desagregação e a morte. Mas como é que vamos trazê-la ao de cima?
O trabalho começa quando tu reencontras a tua dignidade: “eu sou uma mónada divina que viajou ao longo de correntes de raio e que agora está encarnada num ser humano. E agora eu vou penetrar até chegar ao toque diamante disto e vou fazer isto, der por onde der”.
Este trabalho de dar à luz o Cristo é individual e cada ser tem de encontrar uma forma de atravessar as membranas, de romper a ilusão. Cada ser tem de encontrar a forma de gerar o impulso, a vida que rompe com a velha teia. Tu sais à noite, sentas-te, respiras fundo e pedes autorização para mergulhar no mistério da vida. Como isto tem a ver directamente com o instinto do sagrado, do superior, do permanente em nós, os mecanismos de auto revelação são postos em movimento.

É quando um ser tem autorização e aceita mergulhar, mergulhar, mergulhar, que estes corpos: electromagnético; epicinético e causal de desdobramento (contato com outras dimensões. Tu sabes que o anjo está na sala através dessa vibração interna. O corpo causal intercepciona das sobrancelhas para cima); depois têm o corpo gemátrico e o corpo Zohar.

Vão até lá, não olhem em volta. A aventura é demasiado preciosa. O tempo é demasiado urgente. É de uma beleza indisível o que podem encontrar. VÃO! E se na primeira expedição tiverem que voltar para trás porque a sonolência, a inércia, os hábitos, o medo, a tendência repetitiva bioquímica ou as imagens de infância, porque todos nós herdamos auto imagens distorcidas pelos nossos pais, pelos avós e pela polícia, se essas imagens conseguirem outra vez o milagre psicológico de vos prenderem, então venham, voltem para casa, façam o prato de flocos de aveia com iogurte e nozes e voltem lá outra vez. Sempre!

Mas eu posso dizer: “eu não encontro, eu não sinto, não acontece”. Eu não tenho que esperar uma epifania. Eu tenho que saber que, se eu for fiel e se fizer isso sem nenhuma motivação exterior, mas porque é o único caminho para mim, é a próxima tradução da minha realização e busca de sentido, e se eu fizer isto com uma consciência crítica de que estes, os que atravessam os portais interiores, são os seres que podem realmente brilhar e salvar os outros, não com as mãos nem com a boca mas com o teu campo vibratório, então tu voltas, sentas-te outra vez e esperas, na fidelidade, na autoridade interior, na força e na segurança, porque depois o “outro” vai andar à vossa volta a tentar minar a vossa segurança até que o indivíduo colapse na sua fé e na construção da fibra óptica e do grande canal interno e retorne à consciência do senso comum.

Então tu precisas estar quieto e ouvir a VOZ.

Quando nos dirigimos a alguém e perguntamos: “porque é que não avanças?” Isso é uma projeção da nossa própria inércia.

Quando a consciência atravessa um primeiro portal, o corpo electromagnético é elevado uma oitava, o que significa que as células passam a consumir menos fósforo para fazer o ciclo celular. Com o campo electromagnético acelerado as células entram em regime de queima mais baixo. É frequente quando se faz um trabalho espiritual profundo, deixar de se sentir fome porque as células entram em regime de queima mais baixo, precisam de menos energia vinda pelos canais linfáticos e passam a receber disparos de energia interna. Quando o campo electromagnético é elevado, como nesta sala, há uma suspensão da necessidade de queima de fósforo e, então, as células já entram num regime mais subtil. Quando a consciência entra ainda num nível mais interno, o corpo epicinético é posto em movimento e aí não se sente mais depressão, angústia ou tristeza. Esse campo vibracional foi expandido e impregna o corpo astral com um sentimento estável superior. É um planalto psico afetivo que cura o corpo astral.


Quando o corpo electromagnético é elevado uma oitava os metabolismos físicos (desejo sexual, comer, dormir) entram num regime muito menor porque o corpo electromagnético mudou de nível vibracional.

A experiência de mal estar emocional é estabilizada. Isso vem da luz da alma e é transferida para o corpo astral através do corpo epicinético. Muitas vezes sente-se uma suspensão do problema psicológico perante uma obra de arte, o cinema ou até a natureza. O que certos anjos fazem é elevar a vibração do corpo epicinético e tu ficas dentro de um campo de luz, cor e calor tão forte e tão definido que o corpo astral não consegue descer de vibração.

Quando a consciência vai para um nível ainda mais interno tu começas a ter experiências de desdobramento expontâneo. Começas a relativisar a ideia de que o teu corpo, pelo facto de ele estar nesta sala, tu também estás.

Nós subimos nessa escada até ao corpo Zohar (corpo monádico). A luz por detrás do big bang explode na tua cabeça.

Nós, como grupo, temos facilidade de subir estes dois degraus: expandir os corpos electromagnético e epicinético de forma a criar-se esta estabilidade, mas só se o indivíduo fizer o trabalho sério de ir ao encontro do Cristo dentro dele, centrar nesta chama, de se concentrar nela e compreender que isso é individual, é a coisa mais séria que o indivíduo tem pela frente. Entrar em si profundamente até sentir esse campo vibracional do tórax à cabeça e erguê-lo acima de todas as imagens culturais, psicológicas inventadas seja por quem for. Livre.
Uma vez feito esse translado, isso ativa o corpo gemátrico. Tu elevas-te pelo Cristo até ao nível de Metatron e daí à vibração Zohar.

Existem esses 5 elevadores vibracionais poderosos dentro de nós. Eles dependem de eu fazer esse trabalho secreto para começarem a despertar gradualmente. E o trabalho que dantes demorava décadas hoje pode ser feito em 6 meses.

Não olhes para nada, olha para ti. Tu tens uma oportunidade, o que equivale a dizer que tens um problema, o que implica que tens um método para descobrir, um trabalho para fazer, o que implica que estás em movimento. Isto está à tua frente.

Eles declaram:

Mulheres, vocês são encarnações da Mãe divina. A partir de um certo ponto de consciência é isso que se instala.

Homens, vocês são hologramas da Irmandade cósmica, portanto, da consciência Melkizedeque. Significa que há um Rei e um Sacerdote dentro de vocês.

O que é um Rei? Um centralizador de feixes. Atribui um significado máximo à existência. Trabalha com energia vertical e magnética.

O que é um Sacerdote? Um sincronizador de planos. Sincroniza as esferas. Trabalha com ritmo, com pulsação, com as ondas e com a encarnação da força.

Então:
Mulheres: Perdoem ao mundo. Sejam o Amor. Perfumem a aura das crianças. Plantem a flor de vocês mesmas. Tragam o mundo para uma grande piscina de compaixão. Mergulhem a Terra nas águas imaculadas da Mãe divina. Curem o mundo pelo poder da Mãe se plasmar em todas as partículas. Sejam vastas, profundas e triunfais.

Homens: Encontrem o eixo. Façam a ligação entre o possível e o impossível. Sejam condutos da força.

Até onde fomos: Elevação do campo electromagnético. Expansão do campo epicinético.

Estes dois nós já fazemos com toda a simplicidade. Está aqui na sala. Por isso vocês têm uma fisiologia atenuada e um binário psico afetivo atenuado. O próximo passo é começar a viver o desdobramento e a multidimensionalidade. Vocês vão encontrar o Cristo sozinhos. Cada um de nós precisa de aprender a andar com Deus sozinho. Depois, quando tu tiveres uma luz plena, então tu tens algo para dar. É uma realidade aquariana mas a primeira fase de Aquário não é o grupo, é a independência. Isso implica uma capacidade individual de encontrar o Cristo sozinho.

Vai. É na solidão que se dá a grande nutrição. Ele corará o teu coração na solidão. Depois tudo chega. Nesse deserto tu começas a sentir a voz e sem ouvir esta voz tu não tens luz para dar e então os grupos têm, sistematicamente, caído na situação de grupos de rebanhos e não grupos de pastores.

Transcrição de Alice Jorge

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Jejuar pode gerar um novo sistema imunitário


Jejuar durante três dias leva o corpo a começar a produzir novos glóbulos brancos, mesmo em idosos. A conclusão é de um novo estudo da Universidade da Califórnia que descreve os resultados como "notáveis".

A investigação, que parece contrariar a ideia comum de que o jejum não é saudável, sugere que não comer "liga um interruptor regenerativo", que estimula as células estaminais a produzir as células que combatem as infeções.

A descoberta, acreditam os cientistas envolvidos, poderá beneficiar particularmente os doentes com sistemas imunitários comprometidos, como os que fazem quimioterapia, ou simplesmente os mais idosos.

Mas segundo Valter Longo, professor de Gerontologia e Ciências Biológicas da Universidade da Califórnia, as boas notícias não ficam por aqui: durante o processo do jejum, o organismo também descarta as partes do sistema imunitário que possam estar danificadas ou sejam ineficazes.

"Se temos um sistema [imunitário] fortemente danificado pela quimioterapia ou pelo envelhecimento, ciclos de jejum podem gerar, literalmente, um novo sistema imunitário", explica.

Durante a investigação, foi pedido aos participantes que jejuassem regularmente entre dois a quatro dias ao longo de um período de seis meses.

"Quando passamos fome, o sistema tenta poupar energia e uma das coisas que pode fazer para poupar energia é reciclar muitas das células imunitárias que não são necessárias, sobretudo as que possam estar danificadas", acrescenta o investigador. "O que começámos a reparar, tanto no trabalho com humanos como com animais, é que a contagem de glóbulos brancos desce com o jejum prolongado. Depois, quando recomeça a alimentação, as células voltam".


O ideal é sempre unir oração e meditação ao jejum.
Corpo e alma agradecem!

COMO AS PESSOAS QUE ESTÃO ENTRANDO NA QUINTA DIMENSÃO ESTÃO AGINDO?

Se você estiver agindo assim não se estranhe, você está na Onda! 
Se estiver estranhando os outros por agirem assim...
 arruma logo uma prancha e entra nesse mar meu irmão!


COMO AS PESSOAS QUE ESTÃO ENTRANDO NA QUINTA DIMENSÃO ESTÃO AGINDO?

1 — Querem questionar suas existências. Querem buscar o autoconhecimento e têm coragem de acessar suas verdades e descobrir que realmente são.

2 — Não têm medo do autoenfrentamento e preferem sair da zona de conforto ao invés de continuarem presas aos velhos condicionamentos doentios como o medo, o sofrimento e a desesperança.

3 — Não aceitam mais a esperança como padrão para as suas vidas. Estão trocando os sentimentos de esperança pelos sentimentos de confiança. Pois já descobriram que a esperança é somente um maneira bonita de continuar esperando sempre por amanhãs, eternos amanhãs que nunca chegam.

4 — Querem agir ao invés de apenas aguardar que outras pessoas façam o que somente elas podem fazer para mudar as suas vidas.

5 — Não esperam mais que os milagres caiam do céu pela força do acaso, como se fosse possível o Universo dar algo sem querer nada em troca.

6 — Não pedem nada de graça, querem retribuir e não apenas receber.

7 — Já descobriram que não têm controle sobre as outras pessoas e não querem mais mudá-las. Mas lutam para dar o máximo de si para que seus exemplos mudem as outras pessoas.

8 — Não querem mais tudo na hora que desejam. Estão compreendendo que a paciência no fundo é uma prática da paz com a consciência. Têm plena certeza que tudo virá no momento certo e mais adequado. Trabalham insistentemente e com convicção para aquilo que desejam, mas não tentam mais controlar o tempo, pois sabem que não têm esse poder.

9 — Não brigam mais, preferem conversar e dialogar. É impossível entrar na quinta dimensão por exemplo um casal que discute constantemente por motivos futeis como ciúmes ou medo. Sabem que a traição não é um problema do traído, mas sim de quem traí, pois este sim está com um sério problema para ser resolvido em sua vida.

10 — Se posicionam perante as dificuldades e não potencializam mais o problemas. Potencializam sim as soluções. Sempre as soluções.

1 1— Trocaram os sentimentos de inveja pelos sentimentos de admiração.

12 — Têm certeza que tudo o que for para ser, já é. Estão começando a acessar seus propósitos de vida, decretados antes dos seus nascimentos. Sendo assim sabem que há vida após a morte, há vida antes do nascimento e há vida o tempo todo. A vida não cessa jamais.

13 — Já descobriram que as pessoas não mudam, elas apenas vão se transformando naquilo que realmente são e sempre quiseram ser.

14 — Não querem mais perder tempo reclamando. Seus pontos de vistas estão mudando gradativamente e estão começando a enxergar que este mundo é repleto de coisas possíveis de agradecimento diário.

15 — Não querem apenas sobreviver, querem viver intensamente as suas vidas, pois sabem exatamente o valor espiritual que elas possuem.


16 — Estão começando a compreender que a gratidão é o sentimento mais poderoso que existe, e que este sentimento possui uma vibração altíssima capaz de transmutar todos os sofrimentos em cura, todos as mazelas em concórdias e elevações.

17 — Já entendem que a felicidade não está no futuro como disseram para elas desde que nasceram. Sabem que a felicidade verdadeira está no agora e se chama gratidão. Não buscam mais a felicidade, pois sabem que quem está em busca da felicidade no fundo está decretando para si mesmo que é uma pessoa infeliz. Sentem-se felizes porque sabem que é dentro do presente dinâmico e eterno onde tudo acontece.

18 — Sabem que podem criar suas realidades a partir da imaginação e do poder das suas intenções. Não desejam coisas a esmo, desejam com potência e intensidade, pois somente assim conseguirão dialogar com a natureza e manifestar os milagres sobre a Terra.

19 — Não querem perder tempo com fofocas e conversas que não levam a lugar algum. Sabem inverter as vibrações dos ambientes e neutralizar as energias negativas de forma consciente e eficaz.

20 — Estão optando por valorizar mais as pessoas do que as coisas. Sabem que as coisas materias têm preço e a coisas imaterias como as amizades verdadeiras e o amor são coisas preciosas, que por sinal serão somente essas que levarão para além desta vida.

21 — Não querem mais viver num mundo de acúmulos de coisas e consumo doentio. Querem compreender o que é o compartilhamento mútuo e desejam viver em harmonia. Querem dividir para somar e não acumular para juntar.

22 — Não querem mais perder tanta energia tentando se equilibibrar. Preferem a harmonização, pois sabem que todos aqueles que tentam se equilibrar uma hora caem, pois estão vivendo o tempo todo numa espécie de corda bamba.

23 — Querem resolver os problemas o mais rápido possível e só atraem pessoas que pensam da mesma forma. Detestam conviver e trabalhar com pessoas enroladas que não gostam de decidir e estão sempre tentando controlar mental e psiquicamente as outras pessoas.

24 — Estão completamente salvas das mazelas da procastinação. Querem ir adiante e agir.

25 — Estão se sentindo diferentes das outras pessoas, mas sabem que não são melhores que ninguém. Sabem que não são pessoas especiais, mas ao mesmo tempo terão mais responsabilidades perante a sociedade.

26 — Estão isentas de qualquer tipo de preconceito justamente por saberem que um dia já foram em vidas passadas ou poderão ser em vidas futuras aquela pessoa a qual a sociedade pede para julgar. Há somente respeito. Não há discórdia.

27 — As religiões estão ficando em segundo plano. O que importa é a sua ligação direta com Deus. Sem intermediários.

28-Estão tendo sonhos lúcidos e projeções fora do corpo que elucidam suas vidas passadas e futuras.

29 — Estão tendo acesso aos seus mentores espirituais através da intuição e da clarividência.

30 — Querem e crêem no mundo melhor. Não aceitam a ideia das catástrofes e da falta de amor na humanidade. Têm absoluta certeza que a luz vencerá a escuridão como sempre fez.

31 — Não estão mais conseguindo assistir televisão.

32 — Sabem que a quinta dimensão não é um lugar, mas sim uma frequência.

33 — Não têm mais medo do desconhecido. Sabem que o mundo extrafísico faz parte da Natureza dos homens e a paranormalidade deve ser encarada como algo natural e não como algo amedrontador.

34 — Sabem que o demônio não existe. Existe somente orgulho, egoísmo, ganância, medo e ilusão.

O CORPO E OS SINTOMAS NA PASSAGEM PARA A QUINTA DIMENSÃO

Estamos passando por mudanças individuais para entrarmos em uma consciência de Quinta Dimensão e nos tornarmos seres Multi-dimensionais. Para que isto ocorra estamos atravessando por certos processos Espirituais e Físicos que acabam aumentando a nossa sensibilidade.



É como se, repentinamente, tomassemos consciência daquilo que estava escondido sob o “véu da ilusão”, despertando para a realidade.
Este processo pode ser lento e difícil porque as mudanças serão imensas, mas, procurem manter o equilíbrio.
Abaixo descrevo algumas coisas com que provavelmente terão que lidar:

– A sensação que temos é que nossa vida está de cabeça para baixo, como se o caos tomasse conta dela, gerando muitas vezes raiva, frustração e irritação, fazendo com que se percebam explodindo com as pessoas ou desatando a chorar sem motivo aparente. Tenham paciência com vocês neste momento de transição porque com o tempo tudo vai passar.
– A depressão, provocada pela percepção de que muitas coisas em suas vidas já não servem mais acaba provocando uma perda da motivação e o desejo de não fazer absolutamente nada. Experimentem simplificar suas vidas e deixem ir embora aquilo que não traz mais felicidade para vocês.
– A percepção de que a vida saiu dos trilhos e que é preciso seguir um novo rumo de forma radical, faz com que se sintam confusos como se estivessem enfrentando a direção oposta daquela que estavam indo, causando incerteza.
– Desconforto e dores físicas como dores articulares, enxaquecas, diarréias, náuseas, tontura. Estes sintomas surgem porque o corpo está em transição e muitas vezes ingerimos alimentos pesados demais e o organismo precisa desintoxicar para poder se manter em uma energia mais sutil.

Sintomas também, como sonolência serão frequentes, bem como, mudanças de temperatura do corpo, ora quente demais, ora frio demais.
A exaustão será comum devido ao estresse do corpo que precisa aprender a se realinhar com essa nova energia.
Procurem ingerir bastante água e mantenham uma dieta mais saudável.

– O Sistema Nervoso também será abalado e irão passar por estados de intenso nervosismo e ataques de ansiedade, podendo produzir sensações de ondas elétricas no corpo provocando câibras e convulsões.
– Relacionamentos entrando em colapso provocando términos repentinos de amizades e uniões que pensavam ser sólidos. Um dos fatores para que isto ocorra é a dependência ou o fato de estarem impedindo vocês de se expressarem como realmente são. Possivelmente isto poderá causar profundas dores.
Para que possam passar por este processo de uma maneira mais tranquila procurem aceitar o que está acontecendo e tentem não sentir raiva ou culpa. Sigam adiante, não fiquem presos na dor, no sofrimento e na auto-piedade.

Mantenham a alegria a qualquer custo, sejam gratos por tudo aquilo que sustenta suas vidas, desenvolvam o amor incondicional e acima de tudo mantenham o equilíbrio para serem capazes de passar por esta experiência, de integração para a Quinta Dimensão, celebrando a Alegria e o Poder do Amor Incondicional.
Acreditem que quando encontrarem novas maneiras de viver e conseguirem se adaptar à nova energia redescobrirão sua Alegria e a Felicidade por estarem vivos.

Fonte: CARMEN ARABELA